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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Pode acreditar, AQUI É GALO



Nas oportunidades que tive de conversar com amigos e familiares sobre o Galo, ficou claro e evidente o sentimento de angustia e aflição diante das últimas atuações no Campeonato Brasileiro. A ressaca da derrota para o Cruzeiro – por 3 a 1, em casa, parece não ter passado. Na rodada seguinte, vislumbramos, em casa, um empate (no sufoco) com o Santos, que contou com gol contra “salvador” e um esquema de atuação completamente questionável: um volante em campo, substituição de Pratto, o "raçudo" Donizette no banco e Thiago Ribeiro em ação. Não é de se espantar - O torcedor alvinegro certamente está desconfiado com o resultado desanimador para no final das contas não somar três pontos nem alcançar o G4. 

Levir Culpi, aposta em um jogo moderno - com um futebol ofensivo. A defesa do Atlético é a única em todo país que há um ano e meio não sofreu alterações. Isso justifica tamanho destaque. Afinal, tem no gol "São" Victor e uma zaga formada por Leonardo Silva e Jemerson. Mas o torcedor alvinegro sabe a falta que o segundo volante faz, sabe a importância de retomar o pique, sabe que Giovani Augusto é banco do Guilherme e que o Pratto não se tira, nem no intervalo pra lavar louça... no bom humor da coisa. Se o esquema não muda – o comportamento do jogador acaba refletindo diretamente no resultado. Uma mudança para ontem Levir - E é isso que o Atlético precisa para voltar ao G4 e de lá não sair mais.

Reencontrar a equipe do Flamengo, neste sábado, 20/06, em pleno Maracanã, depois de exatos sete meses, será uma importante chance do time se reencontrar consigo mesmo e com a confiança da torcida. Mais uma chance de marcar superioridade. Não podemos deixar que a velha sombra da desconfiança – aquela “bendita” - que andava desaparecida de nossas vistas, aos poucos, venha dando o ar de sua graça (sem graça). 

Não temas, caros leitores, estamos falando de Clube Atlético Mineiro. Um time calejado por lições do futebol que joga com uma torcida infinita e que vale cada centavo do ingresso - com uma força de acreditar até o fim. Vivemos entre o realismo e o sonho – e como dito na última postagem "estamos fazendo história". 

A questão agora é se Levir Culpi está vendo o tempo passar, os pontos correrem e a tabela se afunilar – resta saber se ele está ouvindo a voz do torcedor. Cabe ao Atlético perceber seus momentos e se definir como campeão – que de fato o é. 


Saudações atleticanas


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