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| (Foto: Ricardo Duarte/Inter) |
Sábado foi dia
de grenal, um dos maiores clássicos do mundo! Mas infelizmente foi um péssimo
jogo para se assistir, e diga se de passagem, ambas as equipes saíram de campo
derrotadas. Embora o placar apontasse um grande e sonoro, zero a zero.
O
internacional foi à arena cheio de mudanças e com um único objetivo, não levar
gol. Pois bem, não levou. Mas, sai derrotado pela maneira em que se desenhou em
campo, um time retranqueiro sem nenhuma alternativa de contra ataque ou sequer
retenção de bola. Ignorando o fato de sua defesa que comandada por Rodrigo
Moledo (melhor jogador da partida) foi intransponível, o Sport Club Internacional
saiu da partida sem nada a comemorar. Talvez nem o pontinho somado na tabela
traga algum alento para sua torcida que, perplexa, viu o grêmio ficar 75% do
tempo com a bola, e não viu um esboço de que a equipe vermelha poderia em algum
momento sair com a vitória.
O
Inter foi à campo já bastante modificado, Zeca fez sua estreia, e para surpresa
de muitos, não jogou nas laterais, e sim no meio campo, ocupando a vaga deixada
por Edenilson, que está lesionado. D'ale saiu por sentir um desconforto e para o
lugar dele apareceu Rossi, que voltava de lesão. Lucca assumiu a vaga deixada
por Pottker, suspenso. E, então, com um verdadeiro ferrolho, o colorado
neutralizou a equipe gremista na primeira etapa.
No segundo tempo, Odair
retrancou ainda mais seu time, com as entradas de Brenner, Juan Alano e, por
fim, Gabriel dias, o xodó do treinador.Para não fugir
totalmente ao padrão grenal, a partida teve suas peculiaridades de jogo tenso:
confusão entre os jogadores durante e pós-jogo; o grêmio muito ficou com a bola
e pouco criou chances claras diante da retranca colorada; e, no último lance do
jogo, em um ataque do grêmio, torcedores jogaram um sinalizador no campo, mas
que não chegou a interromper a partida.
No fim a
retranca colorada prevaleceu ao ataque gremista, em um jogo que vos digo que o
treinador da equipe vermelha é medroso, com uma dose enorme de covardia, o qual
se perde em suas próprias ideias e, com isso, segue levando o colorado a lugar
nenhum. Embora semanas cheias para aprimorar a equipe, a cada jogo surgem novos
jogadores no time titular, que por hora haviam sido esquecidos. Já o que não
muda, é a atitude e o futebol dentro das quatro linhas, time sem infiltrações,
sem impor seu futebol e, ao que parece sem entender como a engrenagem funciona.
O tempo que por horas se parece um amigo, a cada jogo vai se mostrando um
grande inimigo, pois a evolução necessária para as vitorias e o bom futebol não
aparecem. O Inter que
soma cinco pontos, em quinze disputados, tem seu próximo compromisso dia 21, no
Beira Rio contra a Chapecoense, com uma obrigação enorme de somar os três
pontos, para trazer de volta alegria para nação colorada.
Claiton Bandarz

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