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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Inter, o Robin Hood do campeonato brasileiro.

A redenção de Pottker e Wellington Silva não foi o suficiente. Foto: Ricardo Duarte/ Internacional
Torcer para o Internacional requer inúmeras precauções, entre elas estar com suficiência cardíaca para assistir uma partida de futebol do mesmo.

Como a cartilha é certeira, o Internacional com certeza seria uma injeção de ânimo para o Furacão. Afinal, quem conhece muito bem o colorado,sabe o quanto ama ressuscitar time prestes a morrer ou jogador em fim de carreira (ou quase lá). Ontem não foi diferente.

Culpa de quem? Odair? Sim. Por querer complicar o simples e facilitar apenas em desvantagem. Teimosia é uma coisa, convicção é outra. Fica difícil te defender, meu treinador. E por onde anda o psicológico dos jogadores para não entrar em desespero, afobação? O "artilheiro" que não fez gol, sabe se lá o motivo bateu neurose,síndrome do pânico e depois que derrubou seu adversário chutou a bola no rapaz. "Não, mas tem que ser titular" O rendimento dele melhorou no segundo tempo. Saiu da Nicolândia.

Sim, foi de Nico López o chute que desviou para o gol de Pottker. E também partiu dele o esboço para o gol de Wellington Silva. Agora a situação é contra o Ceará em casa. Ceará está com um pé e meio na B. Fazendo esforçando para cair de novo. E ai Robin-Hood, vai entregar mais pontos para outro pequeno, ou vai jogar bola? Zeca é lateral, Fabiano é banco, Camilo fardar é um crime. Danilo Silva então, nem preciso dizer, enquanto Moledo não volta, arrisca no Klaus. Juan Alano não pode jogar?

Patrick fica a disposição para o jogo de segunda-feira. Ainda bem.

Com um ponto conquistado fora de casa, ao menos vencer os outros três (Ceará, América e Botafogo) e fechar 10, será apenas a obrigação. Sem festa e ilusão.



                                                                                              Hugo Severo

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