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| (Foto: Reprodução/Internet) |
Sem muita cerimônia o Atlético Mineiro se despediu,
na última semana, de Jô. O artilheiro acertou, por três temporadas, sua transferência
para o Al-Shabab, dos Emirados Árabes. O valor negociado foi nada mais, nada
menos que a “bagatela” de 2,8 Milhões de euros!
Jô, fez do Galo um alicerce sólido para sua
carreira profissional e escreveu uma história brilhante, que certamente não
será esquecido da memória do torcedor Alvinegro. Foram 127 jogos e 38 gols marcados. Um
importante protagonista da conquista da Libertadores em 2013 e o artilheiro da competição
com 7 gols. Conquistou em seguida a Recopa Sulamericana, a Copa do Brasil, em
2014, e dois Campeonatos Mineiros. Jô também passou pela Seleção Brasileira – porém
sem muito brilho. Mas como toda moeda tem dois lados, o atacante também sofreu grandes
críticas por causa de atos de indisciplina. Teve muitos problemas e foi
afastado do grupo no ano passado. No começo deste ano foi reintegrado e mesmo
de volta ao time, ficou afastado dos gramados por 31 jogos, somando mais de um ano sem
marcar.
Presenciamos agora mais um campeão indo embora. A torcida
agradece. Mas não lamentará sua ausência, pois há muito tempo o torcedor vem comemorando
gols de Lucas Pratto e mais recentemente de Tiago Ribeiro. Quem realmente sentirá falta de Jô, será o futebol
brasileiro.
Mas acredite caro leitor, pior seria perder Lucas
Pratto, perder jogadores como Dátolo, Carlos, perder Giovani Augusto, Patrick ou
Tiago Ribeiro. Pior mesmo é não ter Marcos Rocha e Luan.
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| (Foto: Reprodução/Internet) |
O Atlético vendeu Jô e não sente falta... Estamos
bem – no topo da tabela – com um futebol rápido, determinado e marcante. Admito:
Sentiremos falta do carisma do artilheiro, dos abraços calorosos em Ronaldinho
Gaúcho, do famoso quarteto “BRT” formado com os ex-jogadores do Galo, Bernard,
R10 e Tardelli. Assumo: Restam poucos jogadores que fizeram história no Galo...
Mas, vale lembrar, caro amigo, que não dependemos de um nome para continuar a caminhada – o Atlético
tem seu próprio combustível e nesta fórmula, muitos por cento partem da
torcida. Essa massa maravilhosa que dá o gás e o incentivo necessário para ir
mais além.
Espero que Jô se reencontre no Futebol dos Emirados
– como se encontrou em 2013 no nosso Atlético. Não sei se haverá um R10...
Ou um Bernard, ou Um Tardelli para colar na cara do gol e “servir de bandeja”
golaços tão bonitos quanto vimos por aqui - Até porque sabemos que o futebol nos
Emirados Árabes é tecnicamente inferior - Mas acredite Jô, suas chances são
maiores – ainda mais por ser canhoto. Obrigada memorável camisa 7 por compartilhar e comungar sua vida
conosco. Torcemos por você! Torcemos por seu futebol!
No mais Força e fé – porque amanhã, 08/07, temos a 12ª Rodada do Brasileiro, o Galo em Campo contra o Sport, no nosso salão de Festas, também conhecido como Mineirão, segurando a liderança. Vamos Galo!
Saudações Atleticanas.
Mila Dutra



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