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| (Foto retirada do site explosaotricolor.com.br/v2/) |
O
tricolor carioca começou o ano bem diferente do ano anterior, saiu do
amadorismo de realizar pacotes de contratações de “investimento”, como João
Felipe, Lucas Gomes, Victor Oliveira... E investiu pesado no mercado, trazendo
jogadores considerados titulares. É verdade que para isso o clube precisou
abrir os cofres, mas fez isso com a responsabilidade sempre presente na
administração do nosso presidente Peter Siemsem e adicionou a esplêndida
habilidade do nosso técnico, Eduardo Baptista, em garimpar o mercado do
futebol.
A tão
sonhada manutenção do elenco, pedida por todos os técnicos ao final das
temporadas, ocorreu no tricolor, que pode perder apenas o volante Jean do time
titular do ano passado. Somado isso, chegaram o meia Diego Souza (R$ 2,5
milhões) para suprir a falta de um camisa 10 clássico e a falta de experiência
em um elenco tão jovem, o zagueiro Henrique (R$ 8,6 milhões), o tão sonhado
zagueiro de “grife” que a torcida tanto pede há anos e o jovem atacante
Richarlison (R$ 10 milhões), um atacante veloz para jogar ao lado do capita
Fred que também é uma promessa que pode gerar lucros para o tricolor no futuro.
Vale resaltar que o tricolor ainda busca a repatriação do nosso Messi de xerém,
Wellington Nem, a diretoria tem mostrado muita confiança com o desfecho
positivo da negociação.
A torcida tem se orgulhado do clube nesse início de ano, não somente pelas belas contratações, mas também pela movimentação de bastidores da agremiação. Após anos de dependência da antiga patrocinadora, o Fluminense tem mostrado que é time grande e tem se reestruturado de forma rápida e eficiente, contrariando muitos que zombavam do time há exatamente um ano atrás. Além das vendas das joias da base, que neste ano renderam um total de R$ 63,4 milhões ao cofre do clube (Gerson + Kennedy), o clube trocou a sua fornecedora de material esportivo, saiu da Adidas e migrou para a DryWorld. E tem se movimentado para fechar um patrocínio máster com a Caixa Econômica Federal.
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| (Fotos retiradas dos sites: gazetadopovo.com.br e globoesporte.com) |
A torcida tem se orgulhado do clube nesse início de ano, não somente pelas belas contratações, mas também pela movimentação de bastidores da agremiação. Após anos de dependência da antiga patrocinadora, o Fluminense tem mostrado que é time grande e tem se reestruturado de forma rápida e eficiente, contrariando muitos que zombavam do time há exatamente um ano atrás. Além das vendas das joias da base, que neste ano renderam um total de R$ 63,4 milhões ao cofre do clube (Gerson + Kennedy), o clube trocou a sua fornecedora de material esportivo, saiu da Adidas e migrou para a DryWorld. E tem se movimentado para fechar um patrocínio máster com a Caixa Econômica Federal.
Analisando
todo este panorama e olhando para os outros clubes brasileiros, acredito que a
torcida tricolor tem motivo para estar feliz, orgulhosa e esperançosa com um
ano de títulos do nosso fluzão.
Notas do Artur:
Alguns jogadores contratados ao
longo do ano anterior podem vir a ser grandes reforços para o clube neste
ano, após uma boa pré-temporada. Caso do atacante Osvaldo, que por conta de
lesões não pode ter uma sequencia boa no time, e do lateral Jonathan, que
chegou no fim do ano e estava sem atuar há um ano.
Meu time titular neste ano seria:
Diego Cavalieri, Welington Silva, Henrique, Marlon, Léo Pelé, Edson, Cícero,
Diego Souza, Gustavo Scarpa, Wellignton Nem e Fred.
O CT do clube, principal
investimento da era Peter no fluminense, continua a todo vapor e promete ser um
dos mais modernos do Brasil.
Pelo lado financeiro, podemos ter
a adição de vendas das nossas joias neste ano também. Marlon e Gustavo Scarpa
tem tudo para estarem entre os selecionados da seleção para as Olimpíadas e
podem despertar o interesse de grandes clubes europeus. Inclusive, Marlon já
tem recebido sondagens da Roma neste início de temporada.


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