Breaking News

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Continua “time de um tempo só”, mas evoluiu muito!

Fala, Nação Rubro-Negra!

Todos contentes com a vitória acachapante de ontem? Vocês podem estar se perguntando: Por que estamos falando em vitória acachapante, se o título do texto menciona que continua o Flamengo de um tempo só? Amigos, a visão de que apenas as goleadas históricas são vitórias acachapantes é, ao nosso ver, equivocada. Em nossa opinião, é possível sim uma vitória mais, digamos, modesta no que tange à quantidade de gols ser tratada como acachapante. Vitória acachapante, minha gente, é aquela vitória “plena”, onde o vencedor teve domínio pleno do jogo, defensiva e ofensivamente. Em suma, a vitória que faz por merecer a alcunha de grande vitória.


O que assistimos, ontem à noite, deve sim ser considerada uma grande vitória. A despeito de, mais uma vez, termos testemunhado um Flamengo que nos primeiros 45 minutos estava aparentemente “em compasso de espera” (ainda que em termos defensivos o time tenha já na primeira etapa demonstrado solidez), o Flamengo da segunda etapa foi de encher os olhos! Willian Arão, que se mostrou um tanto quanto sonolento no primeiro tempo, fazendo uma marcação frouxa que permitia o domínio de meio-campo pelo Galo, no segundo tempo parece ter enfim entrado no espírito do jogo, o que o levou a ser, ao final do jogo, um dos destaques do time. Nosso xerife da zaga, Juan, ontem jogou “o fino” do futebol, ganhando simplesmente todas as jogadas que disputou. E isso, claro, fez valer uma grande verdade do futebol: Quando uma zaga tem um zagueiro muito acima da média, visivelmente o desempenho de seu companheiro de zaga sobe de produção (e, venhamos e convenhamos, falar em subida de produção referindo-se ao Wallace, o talibã Rubro-Negro, é no mínimo arriscado...).

Wallace, muito criticado pela torcida, fez ontem uma parida segura.
Outros que mostraram uma evolução grande da última apresentação para esta foram Jorge e Everton, embora este último ainda esteja bem longe do “formiga-atômica” que nos acostumamos a ver jogar (especialmente em 2009). As falhas defensivas do Jorge, que chamaram atenção nos dois primeiros jogos, não se repetiram ontem, felizmente. Entretanto, desde o primeiro jogo da temporada, em Fortaleza, temos achado o garoto muito “tímido” ofensivamente, fora de sua característica habitual. Que retome em breve suas grandes atuações ofensivas. 

Nesse mesmo contexto, enquadraríamos também o Sheik, não fosse a persistência, ainda, na preferência em alguns momentos por jogadas de efeito (momentos onde as mesmas não caberiam). Mas sejamos justos, nunca lhe falta raça ou entrega, e nos momentos em que faz o simples acerta quase que 100% do que tenta.

E o que falar do show de mudança tática do mister “aqui é trabalho” Muricy Ramalho? Mudou o esquema de jogo e, junto, a cara do time no segundo tempo, especialmente com a entrada do Cirino (que, aliás, está num crescente muito bacana desde o casamento – Que Zico te abençoe, esposa do Cirino! – e da chegada do Muricy). Boa, “meu”!
Acabou o caô! O Guerrero voltou! 
E fechando, não poderíamos deixar de falar do fim da maldita zica (reza a lenda, nascida lá pelos lados de Itaquera) que persistia em se manter agarrada em nosso camisa 9. Primeiro, arrematando o show de cruzamento do Cirino com um golaço-aço-aço, e mais tarde sendo matador (como lhe convém) em grande passe recebido do Sheik. Sai pra lá, caô!


Nada como uma freguesia eterna voltando ao normal para alegrar uma quarta-feira à noite, não é? Vamos ver se “eles ainda acreditam”, depois desse choque de realidade...

Ah, em tempo: Queridos Rubens Lopes, Eurico, FFERJ e CBF, só pra vocês saberem: #VaiTerLigaSIM !!!

Vai que tô te vendo, Mengão!
SRN

Nenhum comentário:

Postar um comentário