Oswaldo Rolla, Cid Pinheiro Cabral, Claudio Cabral, Paulo Sant'anna, Kenny Braga, Hugo Amorim e, mais recentemente, Leonardo Meneghetti e Fabiano Baldasso ou sempre foram identificados com Inter ou Grêmio, ou ainda, tiveram a ousadia de revelarem para quem torciam. A pergunta que se impõe é: Porque exige-se a neutralidade o não clubismo da imprensa esportiva? Jornalistas de renome da imprensa nacional como, por exemplo, Juca Kfouri, Mauro Betting tem seu clube do coração já conhecido e, nem por isso, deixam de ter importância e credibilidade no jornalismo esportivo.
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| Imagem: www.unisuamnews.com.br |
Toda criança, por influência dos pais ou de quem o crie, decide-se por algum clube de futebol. Pois quando esta criança escolhe ser jornalista e, ainda mais na área esportiva, como que por mágica, esquece ou nega até a morte, o time para que torce. Porque? Porque esta necessidade? Porque esta exigência? Acham que com esta suposta neutralidade adquire-se alguma respeitabilidade?
Nos anos 80 foi publicada uma lista com os supostos times dos jornalistas Este tipo de lista é sempre caracterizada como algo sem importância e torna-se motivo de piada. Dizer-se torcedor de determinado time não torna o jornalista menor, muito pelo contrário, torna-o mais humano, mais próximo do torcedor.
Abraços!

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